sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Presépio do Museu do Folclore, no Parque da Cidade, pode ser visitado até dia 28 de janeiro

Ivone segura bandeira da Folia de Reis na abertura do presépio
Foto: Paulo Amaral/FCCR
O tradicional presépio do Museu do Folclore de São José dos Campos já está aberto e poderá ser visitado até o dia 28 de janeiro de 2018, de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h.

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Sua abertura ocorreu no último dia 3 de dezembro na presença de quase cem pessoas, entre elas Ivone de Paula e familiares, responsáveis pela montagem do presépio este ano. No mesmo dia o Museu do Folclore também comemorou 30 anos de existência.

Angela Savastano (à direita) e Yolanda Borgoff (ex-presidente da FCCR)
cortam o bolo de aniversário dos 30 anos do Museu do Folclore
Foto: Paulo Amaral/FCCR
Participaram da manifestação três Folias de Reis de São José e Jacareí, número que pode chegar a 15 grupos da região no fechamento do presépio e encerramento do Ciclo de Natal, em janeiro.

O encontro também já é tradicional e marcará a XXI Chegada das Bandeiras, quando todas as Folias de Reis oferecem o componente para ser benzido durante realização de uma missa.

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e funciona sob gestão do Centro de Estudos da Cultura Popular, organização da sociedade civil sem fins lucrativos com sede em São José dos Campos.

Museu do Folclore de SJC
Av. Olivo Gomes, 100 - Parque da Cidade - Santana
(12) 3924-7318

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Museu do Folclore comemora 30 anos domingo, com abertura do presépio e do Ciclo de Natal

Presépio montado por família será aberto no domingo
O Museu do Folclore de São José dos Campos completa em dezembro 30 anos de existência. A comemoração acontece neste domingo (3), a partir das 14h30, juntamente com a abertura do presépio e início do Ciclo de Natal. O museu é um espaço cultural da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) e sua gestão é feita pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), organização da sociedade civil sem fins lucrativos e considerada de utilidade pública no município.  

Fachada do Museu do Folclore no Parque da Cidade
Foto: Adenir Brito
A criação do Museu do Folclore foi aprovada pela FCCR em 1997, atendendo proposta da antiga Comissão de Folclore da instituição. Em 1992 o museu passou a ocupar espaço na antiga Igreja São Benedito, no centro da cidade, onde reuniu os primeiros objetos do seu acervo. Em 1997, novamente por decisão da FCCR, passou a funcionar no Parque da Cidade, onde está até hoje. Com a criação do CECP, em 1999, ganhou uma gestão compartilhada.

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“Nestes 30 anos de existência do Museu do Folclore temos muitas histórias para contar e conquistas para comemorar. Apesar das dificuldades ao longo do caminho, nunca deixamos de buscar nossos objetivos, valorizando e difundindo a cultura popular joseense e da região do Vale do Paraíba”, ressaltou a cientista social e folclorista Angela Savastano, uma das grandes responsáveis pela existência do Museu do Folclore e presidente do CECP.

Presépio e Ciclo de Natal

Ivone ao lado do marido, irmã e sobrinha
No mesmo dia o Museu do Folclore abre seu presépio e dá início ao Ciclo de Natal, com a presença de três Folias de Reis (Esplendor do Oriente e Estrela de Belém, de São José dos Campos; e Filhos do Oriente, de Jacareí). Este ano o presépio foi montado pela família de Ivone de Paula, que teve a colaboração do marido Vicente Corrá, da irmã Hilda de Paula e da sobrinha Mara de Paula.

Após sua abertura, o presépio poderá ser visitado de terça a sexta e feriados, das 9h às 14h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. Seu fechamento e encerramento do Ciclo de Natal estão programados para o dia 28 de janeiro de 2018, quando novos grupos de Folias de Reis se reunirão no Museu do Folclore para a XXI Chegada das Bandeiras. 

Museu do Folclore de SJC
Av. Olivo Gomes, 100 - Parque da Cidade - Santana
(12) 3924-7318 – www.museudofolclore.org

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

CECP e Iphan apresentam resultado de pesquisa feita sobre Congadas no Estado de São Paulo

Exposição é constituída de fotos das Congadas pesquisadas
Fotos: Paulo Amaral/FCCR
Angela Savastano, presidente do CECP
"Estou feliz e orgulhosa pelo trabalho que realizamos e, principalmente, pelo relacionamento que fizemos com os integrantes de várias Congadas, nestes dois anos de pesquisa (2015/2016), tão ou mais importante que os próprios resultados levantados". O destaque é da cientista social e folclorista Angela Savastano, presidente do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), feito na apresentação da etapa preliminar do Inventário das Congadas no Estado de São Paulo, ocorrida no dia 25 de novembro em São José dos Campos.

Marcos Rabelo, representante do Iphan
Para o representante do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Marcos Rabelo, presente ao encontro, "o trabalho realizado pelo CECP é digno de elogios e os detentores do saber, especialmente dessas Congadas, precisam se apropriar do resultado da pesquisa". O encontro contou ainda com as presenças de André Bazanela, coordenador da Casa do Patrimônio do Iphan, em São Luiz do Paraitinga, e da prefeita de Monteiro Lobato, Daniela de Cássia. 

Moçambique de Monteiro Lobato
A pesquisa realizada numa parceria entre o CECP e o Iphan identificou cerca de 80 grupos de Congadas no Estado de São Paulo, entre ativos e na memória recente. Os dados levantados integrarão o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) do Iphan. Um desses grupos, o Moçambique Esperança, de Monteiro Lobato, fez uma pequena manifestação durante o encontro, sob comando do mestre Emanuel. 

Exposição está no Museu Municipal
O trabalho realizado pelo CECP e Iphan contou com apoio da Prefeitura de São José dos Campos, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e do Museu do Folclore de São José dos Campos, além da cooperação da Universidade de Taubaté (Unitau). Além da apresentação dos resultados, as cerca de 60 pessoas presentes também participaram da abertura da exposição 'Congado Paulista: Dança, Canto e Devoção', mostrando em fotos, textos e vídeos todo o andamento da pesquisa. 

Trabalho terá continuidade

Fábio Bueno, responsável pela pesquisa
Coube ao historiador e pesquisador Fábio Bueno, responsável direto pela condução da pesquisa, informar que o trabalho terá continuidade em 2018, desta vez por meio de convênio do CECP com o Ministério da Justiça e Segurança Pública. A instituição venceu processo de chamamento público do órgão em setembro deste ano. "Esta primeira etapa do nosso trabalho é apenas uma gota em meio a tanta informação. E nesse momento eu só posso agradecer às muitas pessoas que nos ajudaram a concretizá-lo até aqui", ressaltou.